O feriado que celebra a Independência virou, nos últimos anos, um dos principais palcos de mobilização política do país. Entenda a história por trás da data, como ela foi ocupada pelo bolsonarismo e o que é o chamado “Evangelistão”.
O que você enxerga quando vê uma bandeira brasileira?

Para muita gente, ela representa a seleção, o futebol, um gol de última hora. Para outras pessoas, é símbolo da República, do Estado, de tudo aquilo que deveria unir 214.2 milhões de brasileiros e brasileiras, independentemente do partido em que votam.
Mas, se você prestou atenção nos últimos anos, deve ter notado outra coisa: o verde e amarelo virou também uma espécie de senha política. Ele aparece em carros, em camisetas, em faixas penduradas em prédios, em perfis de redes sociais — quase sempre associado a um mesmo campo político.
E poucos momentos do calendário nacional mostram isso com tanta clareza quanto o 7 de Setembro.
Neste texto, a MM Monteiros vai explicar como uma data criada para lembrar a Independência do Brasil se tornou, ao longo do tempo, uma das ferramentas mais eficientes de mobilização da extrema direita brasileira — e o que está por trás da expressão “Evangelistão”, cada vez mais usada nesse debate.
Antes de ser palco político, o que é o 7 de Setembro?

Vamos começar pelo básico: o que aconteceu, de fato, em 1822?
A versão mais conhecida é simples e cinematográfica. Dom Pedro, então príncipe regente, estaria voltando de uma viagem a Santos quando recebeu cartas exigindo que se submetesse novamente às Cortes de Lisboa. Seria nesse momento, às margens do riacho Ipiranga, em São Paulo, que ele teria gritado a famosa frase de ruptura com Portugal.
O problema é que a história real é bem mais complicada do que essa cena única.
Antes do Grito do Ipiranga já existia um processo político em curso havia meses: as tensões entre o Brasil e as Cortes portuguesas, a resistência de Dom Pedro em retornar a Portugal (episódio conhecido como o “Dia do Fico“), a articulação de José Bonifácio e outros conselheiros, e a movimentação da própria Leopoldina, esposa do príncipe, em apoio à ruptura.
A própria Biblioteca Nacional destaca que o episódio do Ipiranga teve repercussão pequena no momento em que aconteceu — a construção dele como símbolo nacional veio depois, de forma gradual.
E o processo de independência não terminou ali. Diversas províncias só reconheceram a ruptura com Portugal depois de conflitos armados. A Bahia, por exemplo, só consolidou sua independência militarmente em 1823 — e até hoje celebra o 2 de Julho como sua data magna, com mais força regional do que o próprio 7 de Setembro.

MM EXPLICA — “A Independência não aconteceu em um único dia” A imagem de Dom Pedro sozinho, às margens de um riacho, gritando “Independência ou morte”, é uma simplificação didática que vem sendo repetida há dois séculos. Na prática, a independência foi um processo: envolveu disputas políticas, interesses econômicos das elites locais, negociações diplomáticas e, em várias regiões do país, guerras que se estenderam por meses.
Quando o 7 de Setembro virou símbolo nacional?

Se a independência foi um processo longo, o 7 de Setembro como festa cívica também não nasceu pronto.
A data passou a ser celebrada oficialmente já em 1823, um ano depois do episódio do Ipiranga, quando a então Assembleia Constituinte formalizou o 7 de Setembro como comemoração da Independência. A partir daí, diferentes momentos da história brasileira usaram a data — e os símbolos nacionais de forma geral — para construir ideias específicas de país.
Na República recém-proclamada, desfiles e festas cívicas ajudavam a fixar a ideia de nação nas escolas e nos quartéis. No Estado Novo, o governo de Getúlio Vargas investiu pesado em propaganda nacionalista. Durante a ditadura militar (1964–1985), o nacionalismo e o culto às Forças Armadas ganharam ainda mais peso simbólico, com direito a slogans como “Brasil, ame-o ou deixe-o”.
Isso nos leva a um ponto importante para entender tudo o que vem a seguir:
Datas nacionais nunca são politicamente neutras. Elas são usadas por diferentes governos, em diferentes momentos, para reforçar determinadas ideias de pertencimento. O 7 de Setembro, portanto, sempre foi também uma disputa pela memória do país — só que essa disputa ficou muito mais visível a partir de 2019.
O que significa “se apropriar” de um símbolo nacional?

Antes de entrar no capítulo mais recente da história, vale explicar um conceito central deste texto.
Quando dizemos que um grupo político “se apropriou” de um símbolo, isso não significa que ele roubou algo que pertencia a outra pessoa. Significa que esse grupo conseguiu associar aquele símbolo a uma identidade política específica, de forma tão forte que boa parte da população passa a enxergar os dois como sinônimos.
No caso brasileiro recente, a cadeia de associações ficou mais ou menos assim: bandeira → verde e amarelo → patriotismo → família → Deus → conservadorismo → apoio a Jair Bolsonaro.
Essa cadeia não surgiu pronta, nem por acaso. Ela foi construída ao longo de anos, por meio de discursos, campanhas, manifestações de rua, estética visual e — sobretudo — repetição constante nas redes sociais.
Como Bolsonaro transformou o 7 de Setembro em palco político

Esse é o capítulo central da história recente.
2019 marcou o primeiro 7 de Setembro do governo Bolsonaro, já com forte apelo nacionalista e discurso de “resgate” dos símbolos pátrios. 2020, em plena pandemia, manteve o tom, ainda que com público reduzido.
Mas foi em 2021 que a data se transformou de fato em instrumento de pressão política sobre instituições — especialmente o Supremo Tribunal Federal (STF).
Os atos daquele ano reuniram discursos diretos contra o ministro Alexandre de Moraes, defesa do chamado “voto impresso”, presença maciça de caminhoneiros, estética militar, bandeiras por todos os lados e um discurso abertamente contrário ao sistema político e eleitoral. Foi um ponto de inflexão: o 7 de Setembro deixou de ser apenas uma celebração e passou a funcionar como um termômetro de força política do bolsonarismo nas ruas.
Já 2022 trouxe um problema institucional ainda mais grave. Naquele ano, o Brasil comemorava o bicentenário da Independência — e a data coincidiu com a reta final da campanha presidencial. Bolsonaro, então candidato à reeleição, usou a cerimônia oficial, custeada com dinheiro público e transmitida pela TV Brasil, para reforçar sua candidatura, em atos em Brasília e no Rio de Janeiro.
A consequência veio na Justiça Eleitoral. Em outubro de 2023, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) condenou Bolsonaro e seu candidato a vice, o general Walter Braga Netto, por abuso de poder político e econômico nas comemorações do Bicentenário, declarando os dois inelegíveis por oito anos a partir das eleições de 2022. A Corte entendeu que o evento oficial foi misturado deliberadamente com propaganda de campanha, o que configura uso indevido da estrutura pública. Em 2024, o TSE ainda rejeitou um recurso da defesa e manteve a decisão.

VOCÊ SABIA? A condenação de Bolsonaro pelo TSE não teve efeito prático imediato sobre sua situação eleitoral, porque ele já havia sido declarado inelegível anteriormente por outro processo — o da reunião com embaixadores estrangeiros, em que fez ataques ao sistema eleitoral brasileiro sem apresentar provas. Ainda assim, a decisão sobre o 7 de Setembro de 2022 é importante porque documenta oficialmente, pela Justiça Eleitoral, o uso político de uma celebração de Estado.
A bandeira virou “de direita”?

Aqui está uma das perguntas mais delicadas — e mais importantes — deste texto.
Como um símbolo que deveria representar todos os brasileiros, independentemente de posição política, passou a ser percebido por parte da população como algo ligado a um único lado do espectro?
A resposta tem a ver com repetição e associação constante: camisa da seleção, bandeira, Hino Nacional, a frase “Deus, Pátria e Família”, estética militar e discurso anticomunista foram repetidamente usados juntos, em manifestações, lives e posts, até formarem um pacote visual reconhecível.
É importante fazer aqui uma ressalva que este artigo não vai abandonar em nenhum momento: a bandeira não pertence a nenhum partido. O que existe é uma disputa política — real e ativa — pela sua representação. Reconhecer essa disputa é diferente de aceitar que ela já foi resolvida.
E onde entra o “Evangelistão”?

Chegamos a um dos conceitos mais importantes — e mais mal utilizados — do debate político brasileiro atual.
“Evangelistão” não é um país, não é um regime oficial e não é uma categoria reconhecida por nenhuma instituição. É uma expressão crítica, usada no debate público para descrever a possibilidade de um Brasil no qual determinados setores do cristianismo conservador exerceriam influência tão ampla sobre o Estado que valores religiosos específicos passariam a orientar leis, políticas públicas e costumes de forma dominante.
O que existe, de forma mais precisa, é isto: setores organizados do campo evangélico conservador defendem, de fato, maior influência de valores religiosos na política e nas instituições brasileiras. Mas isso está longe de representar o conjunto do eleitorado evangélico.

O QUE É O “EVANGELISTÃO”? É uma expressão política e crítica, não uma categoria oficial. Ela descreve o risco de um Estado em que valores cristãos conservadores específicos ganhem influência predominante sobre legislação, educação, costumes e direitos civis. O termo não deve ser usado para caracterizar todos os evangélicos como um bloco único.
Os números ajudam a entender por que essa nuance é tão necessária. Segundo os dados mais recentes do Censo Demográfico do IBGE, os evangélicos representam hoje 26,9% da população brasileira com 10 anos ou mais — o equivalente a cerca de 47,4 milhões de pessoas, mais que o dobro do registrado em 2010. Ao mesmo tempo, o Brasil segue sendo um país majoritariamente cristão: 86,9% da população se identifica com alguma vertente do cristianismo, somando católicos e evangélicos.
Ou seja: estamos falando de um grupo enorme, plural e internamente diverso — não de um bloco político homogêneo.
O que a religião tem a ver com o projeto político da extrema direita?

A convergência entre fé, identidade nacional e política não é exclusividade brasileira, mas ganhou contornos muito específicos por aqui nos últimos anos.
Ela aparece na força da bancada evangélica no Congresso, na atuação de lideranças religiosas em campanhas eleitorais, no crescimento de mídias e influenciadores religiosos nas redes sociais, e na centralidade de pautas como família, aborto, direitos LGBTQIA+, educação, armas e segurança pública nos discursos de campanha.
Mas — e isso é importante repetir — não existe uma posição evangélica única sobre nenhum desses temas. Pesquisas recentes têm mostrado uma diversidade maior do que a imagem estereotipada costuma sugerir. Um estudo do Instituto de Estudos da Religião (Iser), por exemplo, ouviu mulheres evangélicas e identificou mudanças relevantes na forma como elas enxergam o feminismo, além de críticas internas ao uso político dos templos durante campanhas.
Tratar o campo evangélico como uma massa política uniforme é, portanto, um erro de análise — e também um problema jornalístico.
“Deus, Pátria e Família”: a ponte entre religião e nacionalismo

A combinação entre esses três elementos não nasceu com o bolsonarismo. Ela tem raízes em movimentos conservadores mais antigos, no Brasil e em outros países, especialmente em contextos de reação a avanços progressistas nos costumes.
O que o bolsonarismo fez foi adaptar essa linguagem para a era digital, transformando um discurso tradicional em conteúdo de rede social, vídeo curto, live e meme — potencializando seu alcance de uma forma inédita.
- Deus trouxe a legitimidade religiosa e moral.
- Pátria trouxe o nacionalismo e a identidade brasileira.
- Família trouxe a defesa de um modelo tradicional de organização social, frequentemente usado como contraponto a pautas de gênero e diversidade sexual.
Juntos, esses três elementos formam um pacote político fácil de comunicar e difícil de contestar publicamente — afinal, quem vai se declarar contra “Deus, Pátria e Família” em uma frase de efeito?
Por que o 7 de Setembro é tão eficiente para mobilizar multidões?

Do ponto de vista da comunicação política, o 7 de Setembro reúne uma combinação rara de ingredientes:
- Emoção — é um feriado carregado de memória afetiva desde a infância escolar.
- Ritual — desfiles, hinos, bandeiras e cerimônias já fazem parte do imaginário coletivo.
- Identidade — a frase “eu sou brasileiro” ativa um sentimento de pertencimento imediato.
- Visibilidade — é um dos poucos eventos do calendário garantidos de cobertura nacional pela TV e pelas redes.
- Confronto — abre espaço para transformar adversários políticos em supostos “inimigos da nação”.
- Pertencimento — a pessoa deixa de ser espectadora e passa a fazer parte fisicamente de uma multidão.
Esse último ponto talvez seja o mais poderoso de todos. Estar na rua, cercado por milhares de pessoas vestindo a mesma cor, cantando o mesmo hino, é uma experiência que gera identificação e fidelidade política de um jeito que nenhum vídeo de campanha consegue reproduzir sozinho.
O inimigo também precisa existir

Um traço comum a discursos políticos populistas e radicalizados, em qualquer parte do espectro, é a construção de uma divisão clara entre “nós” e “eles”.
No discurso bolsonarista, ao longo dos últimos anos, diferentes atores foram posicionados como supostas ameaças: o PT, o presidente Lula, o STF, o ministro Alexandre de Moraes, movimentos feministas e LGBTQIA+, universidades e organizações internacionais.
É importante destacar: isso é uma descrição da estratégia discursiva de um grupo político — não uma afirmação factual sobre esses grupos-alvo. A construção retórica de um inimigo é uma ferramenta de mobilização, não uma constatação sobre a realidade desses atores.
O 7 de Setembro de 2026: o que está em disputa agora

E chegamos ao presente. Neste 7 de Setembro de 2026, a disputa pelo significado da data está, mais uma vez, escancarada — e desta vez em plena campanha presidencial.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), hoje candidato à Presidência da República, convocou apoiadores para um ato na avenida Paulista, em São Paulo, sob o mote “Fora Lula, Fora Moraes”. A concentração ganhou força justamente na semana em que vieram à público mensagens trocadas entre o ministro Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, que estava sendo investigado pela Polícia Federal. Nos diálogos revelados, Vorcaro chegou a perguntar ao ministro se deveria deixar o país dias antes de ser preso.
O episódio se soma a outra crise em curso no STF, envolvendo o ministro André Mendonça, e tem sido usado por aliados de Flávio — incluindo nomes como Eduardo Bolsonaro e o senador Rogério Marinho — para pedir publicamente o impeachment de Moraes e ampliar a pressão sobre a Corte.
Do outro lado, a campanha de Flávio aposta na mobilização de rua como forma de reduzir a distância nas pesquisas em relação a Lula, num momento de disputa eleitoral apertada, a menos de um mês do primeiro turno, marcado para 4 de outubro.
Enquanto isso, o governo federal também mobiliza militância para a cerimônia oficial da Independência — mas estabeleceu restrições explícitas ao uso do evento para propaganda político-eleitoral, numa tentativa de evitar repetir o problema institucional que levou à condenação de Bolsonaro pelo TSE em 2023.
Ou seja: o mesmo conflito institucional que marcou 2021 e 2022 volta a se repetir em 2026 — só que agora em torno de uma nova crise no Supremo e às vésperas de uma eleição presidencial ainda mais disputada.
O Brasil está diante de uma disputa pela própria ideia de país?

Talvez a pergunta certa não seja “quem ama mais o Brasil”. Essa formulação não leva a lugar nenhum — todo mundo pode alegar amar o país à sua maneira.
A pergunta mais interessante, e mais desconfortável, é outra:
Quem tem o poder de definir o que significa “ser brasileiro”?
Porque o que está em jogo, no fundo, não é apenas uma eleição. É uma disputa por símbolos, por memória histórica, por linguagem, por religião, por cultura e por identidade nacional. O 7 de Setembro, com toda sua carga emocional e ritual, funciona como um palco quase perfeito para essa disputa se manifestar publicamente, ano após ano.
Patriotismo pertence a algum partido?

A resposta, de novo, é não.
O patriotismo é uma ideia política — pode e deve ser discutida, interpretada de formas diferentes, disputada legitimamente no debate público. Mas a República brasileira não tem dono partidário. A bandeira é de todos. O hino é de todos. O país é de todos.
Justamente por isso, quando qualquer corrente política — seja de que lado for — tenta se apropriar exclusivamente desses símbolos, essa apropriação merece ser observada e analisada com atenção crítica.
Linha do tempo: como o 7 de Setembro chegou até aqui
- 1822 – Independência do Brasil;
- 1823 – 7 de Setembro é formalizado como celebração oficial da Independência;
- 1889 – Proclamação da República;
- Século XX – Consolidação dos rituais cívicos e militares em torno da data;
- 1964–1985 – Uso intensivo do nacionalismo durante a ditadura militar;
- 2018 – Eleição de Bolsonaro e fortalecimento da estética verde-amarela como marca política;
- 2021 – 7 de Setembro se transforma em grande ato de pressão contra o STF;
- 2022 – Bicentenário da Independência coincide com a campanha presidencial;
- 2023 – TSE condena Bolsonaro e Braga Netto por abuso de poder nos atos do Bicentenário;
- 2026 – 7 de Setembro volta ao centro da disputa eleitoral, em meio a nova crise no STF.
Glossário rápido
- Abuso de poder político/econômico: uso indevido de cargo público, estrutura estatal ou recursos financeiros para beneficiar uma candidatura, prática vedada pela legislação eleitoral brasileira.
- Bancada evangélica: grupo de parlamentares no Congresso Nacional que se organiza em torno de pautas de interesse de igrejas e lideranças evangélicas.
- Evangelistão: termo crítico e não oficial usado para descrever o risco de um Estado fortemente orientado por valores religiosos conservadores específicos.
- Inelegibilidade: penalidade eleitoral que impede uma pessoa de se candidatar a cargos públicos por um período determinado.
- TSE (Tribunal Superior Eleitoral): órgão máximo da Justiça Eleitoral brasileira, responsável por julgar processos relacionados a eleições, incluindo casos de abuso de poder.

Talvez a pergunta mais importante deste 7 de Setembro não seja quem vai carregar a bandeira nas ruas.
É quem está tentando dizer que a bandeira pertence só a ele.
Porque democracia também é isso: disputar o significado do país sem transformar quem pensa diferente em inimigo da nação. O Brasil não pertence a um partido. Não pertence a uma igreja. Não pertence a uma família política. E muito menos a um único líder.
A Independência pode ter sido proclamada em 1822. Mas a disputa sobre que país nós queremos ser continua — e provavelmente vai continuar por muito tempo.
Você acha que os símbolos nacionais foram apropriados politicamente pela extrema direita? Comente e compartilhe este artigo. Para entender outros bastidores da política brasileira de forma simples e sem complicação, siga a MM Monteiros.

Fontes consultadas
- Tribunal Superior Eleitoral (TSE) — decisões sobre inelegibilidade de Jair Bolsonaro e Walter Braga Netto (2023–2024)
- IBGE — Censo Demográfico 2022 (dados sobre religião)
- Biblioteca Nacional Digital (BNDigital) — acervo sobre a Independência do Brasil
- Arquivo Nacional — apontamentos sobre a independência na Bahia
- Portal da Câmara dos Deputados — histórico do Império do Brasil
- Instituto de Estudos da Religião (Iser) — pesquisa sobre mulheres evangélicas
- Cobertura jornalística de Folha de S.Paulo, Poder360, CNN Brasil, InfoMoney, Gazeta do Povo e Agência Brasil sobre os atos de 7 de Setembro de 2026

